
Durante as décadas de 80 e 90, na tentativa de restaurar a era de Ouro dos Grandes Festivais, foram promovidos eventos semelhantes, mas não obtiveram a mesma repercussão entre o publico. Dentre esses, os mais conhecidos são: “Festival dos Festivais” de 1985, que contou com mais de 10.000 músicos inscritos e que projetou a cantora Tetê Espindola, o “Globo de Ouro” que revelou talentos como Lobão, Legião Urbana, Titãs, 14-Bis, Blitz e Eduardo Dusek e o "Festival da Canção da Globo".
As críticas a estes e aos outros festivais foram voltadas à influência das gravadoras e a conseqüente busca por lucros, acarretando a falta de inovação na produção musical. O “Festival da Globo” que ocorreu no ano 2000, exemplifica muito bem tais argumentos, a maior evidência é fato de não ter consagrado nenhuma talento. Neste último festival foram convidados artista famosos, com o intuito de alavancar a audiência em constante declínio. Além disso, o corpo de jurados foi formado por figuras como: João Araújo (presidente da Som Livre) Patrícia Polumbo (produtora musical) e o jornalista d´O Estado de São Paulo, Mauro Dias. A música eleita pelo juro como campeã foi: “Tudo Bem Meu Bem”, um rock composto e interpretado pelo gaúcho Ricardo Soares. No entanto, esta sofreu severas vaias da platéia, cominando em gritos do gênero “É marmelada...”. Desde então, os não houve outra tentativa de promover um evento do gênero, pelo menos não pelas grandes emissoras nacionais da atualidade.
As críticas a estes e aos outros festivais foram voltadas à influência das gravadoras e a conseqüente busca por lucros, acarretando a falta de inovação na produção musical. O “Festival da Globo” que ocorreu no ano 2000, exemplifica muito bem tais argumentos, a maior evidência é fato de não ter consagrado nenhuma talento. Neste último festival foram convidados artista famosos, com o intuito de alavancar a audiência em constante declínio. Além disso, o corpo de jurados foi formado por figuras como: João Araújo (presidente da Som Livre) Patrícia Polumbo (produtora musical) e o jornalista d´O Estado de São Paulo, Mauro Dias. A música eleita pelo juro como campeã foi: “Tudo Bem Meu Bem”, um rock composto e interpretado pelo gaúcho Ricardo Soares. No entanto, esta sofreu severas vaias da platéia, cominando em gritos do gênero “É marmelada...”. Desde então, os não houve outra tentativa de promover um evento do gênero, pelo menos não pelas grandes emissoras nacionais da atualidade.
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